tratamento-da-piscina

Todo tratamento de piscina requer atenção minuciosa até mesmo com os pequenos detalhes, afinal, qualquer descuido com a limpeza pode significar riscos à saúde.

 

Segundo especialistas, fatores como suor, cosméticos, urina, doenças contagiosas, eventos meteorológicos, e até mesmo o excesso de produtos químicos utilizados podem comprometer seriamente a qualidade da água, o que ratifica a importância acerca de sua manutenção impecável.

 

Para que os momentos de lazer possam também oferecer segurança aos banhistas, veja neste post da Produtos que Resolvem 4 dicas fundamentais para o tratamento de piscina. Confira:

 

1 - Não se deixe enganar pela aparência

Um dos principais indicadores para a necessidade eminente do tratamento de piscina é seu aspecto turvo, escurecido ou com a presença de sujeira. Todavia, engana-se quem pensa que a boa aparência da água também não possa camuflar seus verdadeiros riscos.

 

Patologias como micoses, otite, hepatite, dentre outras, só podem ser de facto eliminadas com a limpeza em nível microbiológico, ou seja, mesmo que visualmente não pareça, a manutenção periódica deve ser fundamental.

 

2 - Controle o pH da água

O tratamento de piscina correto não dispensa o controle sobre o padrão recomendado para o pH da água, dado que seu desequilíbrio torna-se responsável por efeitos como irritação dos olhos.

 

É possível adequá-lo com o uso de produtos específicos para essa finalidade, que irão manter os níveis entre 7,2 e 7,6, definido pelos especialistas da área como o apropriado.

 

3 - Não deixe a água propícia para formação de algas

O resultado do tratamento de piscina pode ser detectado como ineficaz caso haja o surgimento de algas, o que normalmente acontece quando há discordância no nível de ácido cianúrico.

 

O ácido cianúrico é um resíduo procedente a aplicação do cloro na água, responsável por garantir longevidade a ação desse químico, entretanto a instabilidade dos níveis corretos consequentemente oportuniza o surgimento de algas, bem como, a proliferação de bactérias.

 

4 - Cuidado com excesso de cloro

Utilizado no tratamento de piscina para evitar a formação de algas e a contaminação de diferentes tipos de doenças, o cloro igualmente é um vilão se usado em demasia, pois ao contrário de proteger os banhistas, o excesso tem como efeito a irritação dos olhos, pele e mucosas, além da sensação de queimadura, náuseas e vômito. Adote tratamento sem cloro!

 

 

Dicas como essas são imprescindíveis para a manutenção química e biológica da água, de modo a garanti-la sadia e bem preservada.  Para saber mais sobre tratamento de piscina, produtos, e outras dicas, acompanhe nosso blog.